TOMOGRAFIA CONVENCIONAL, COMPUTADORIZADA E COMPUTADORIZADA VOLUMÉTRICA COM TECNOLOGIA CONE BEAM

Milton Gonçalves SOARES*
Jefferson Luis Oshiro TANAKA
Sandra Maria Nobre DAVID
Antonio Francisco DAVID
Mari Eli Leonelli de MORAES
Edmundo MEDICI-FILHO

RESUMO
O objetivo neste trabalho é fornecer informações aos Cirurgiões-dentistassobre os tipos de tomografias, sua evolução e características desse sistema deobtenção de imagens. É sabido que poucos Cirurgiões-dentistas têmconhecimento sobre esse assunto, por isso procuramos colher o máximo deinformações relacionadas aos três tipos de tomografia e condensá-las de formaque os profissionais possam ter informações básicas. Apresentamos algumasindicações, vantagens, desvantagens e funcionamento dos diferentes sistemasde tomografia. Diante das informações colhidas na literatura, concluímos que osistema de tomografia computadorizada volumétrica de feixe cônico (ConeBeam) apresenta mais vantagens do que os outros sistemas e, apesar do altocusto dos aparelhos, a tendência é que o sistema Cone Beam seja cada vez mais solicitado para exames na Odontologia.Unitermos: Diagnóstico por Imagem; Tomografia Computadorizada por RaiosX; Imagem Tridimensional.

ACESSE O ARTIGO CLICANDO AQUI

Até a próxima

Jirres Edmundo
(11) 4063-2778 | (16) 99617.3597
edmundo@radiologiaeinovacao.com.br
http://www.facebook.com/jirresedmundo

TOMOGRAFIA CONVENCIONAL, COMPUTADORIZADA E COMPUTADORIZADA VOLUMÉTRICA COM TECNOLOGIA CONE BEAM

Diferença básica entre imagens 2D e imagem volumétrica 3D

No padrão 2D as imagens ficam sobrepostas, dificultando a percepção dos detalhes e impossibilitando o reconhecimento da estrutura real do Paciente. Em imagens 2D exige-se do profissional a habilidade de imaginar a anatomia real do paciente. Com as imagens 3D no entanto, é como a remoção de um painel especial (fatia) para examiná-lo de forma clara e precisa. Navega-se na imagem de forma livre podendo obter informações isoladas, sem a interferência de outras. E ainda quando compostas em conjunto é possível a total compreensão tridimensional do objeto.

Ed
http://www.facebook.com/jirresedmundo
msn: jirres@gmail.com
(16) 9777-8484

Diferença básica entre imagens 2D e imagem volumétrica 3D

Esta é a pergunta que não quer calar: Qual Cone Beam devo comprar?

Comporativo Aparelhos Tomográficos

Vivemos atualmente na radiologia odontológica o período da transição do analógico para o digital. Este é o momento em que diversas clinicas radiológicas estão se digitalizando e, sobretudo, partindo para um conceito mais avançado de diagnóstico – o padrão 3D -.

Há aproximadamente cinco anos podíamos decorar sem grandes dificuldades a lista das clinicas no Brasil que tinham o tão falado cone beam. E de lá pra cá este modelo de tomógrafo vem ganhando muito espaço nas clinicas. Lembro-me agora de um momento impar na história da radiologia brasileira: o congresso de Fortaleza – CE (2007). Só se falava de cone beam; neste evento iniciou-se uma enorme procura por este tipo de aparelho. Depois daquele congresso, com freqüência ouvia a noticia de que mais uma clinica havia aderido a este padrão de imagem.

É… não adianta, o conceito tridimensional já é uma realidade. Tenho certeza que em alguns anos, grande parte das clínicas estarão usando este recurso, isso porque a própria movimentação de mercado conduzirá a isso.

Para se ter uma idéia, antes não se falava neste tipo de investimento em cidades com menos de 500 mil habitantes. Agora, já temos municípios com 130, 120 ou até menos habitantes com esta tecnologia. (não que isso seja o principal determinante no processo de decisão de investimento em uma clínica, existem muitas outras variáveis)

Em nosso segmento, pela minha observação, percebo que dois fatores são predominantes na  decisão de investimento do radiologista: o primeiro e mais forte é pela questão de mercado mesmo, uma vez que este tipo de investimento geralmente provoca uma movimentação junto aos dentistas da região de atuação, atraindo uma nova demanda e proporcionando uma nova percepção da clinica que fez o novo investimento. E o segundo motivo, é pelo desejo deste profissional (radiologista) em buscar novas experiências de diagnóstico, estar por dentro das novidades que existem em sua profissão e não ficar desatualizado.

Mas quando chega a hora de procurar pela melhor opção de aparelho, geralmente pinta a dúvida. Acontece que a maioria dos profissionais em radiologia que compram este tipo de aparelho são aqueles que já têm clinica radiológica convencional e que contam com uma grande bagagem de conhecimento analógico, mas geralmente não têm tanta informação para saber ao certo quais são as características que devem ser analisadas ao investir nestes novo tipo de tecnologia.

É sempre interessante fazer a “Via Crúcis” – que é chata, mas muito  importante – de consultar todos os fornecedores, bater um papo com pelo menos 3 clientes de cada marca, pegar as características de cada aparelho e comparar com os demais.

Sempre desconfie do vendedor narcisista, que, como dizia Caetano – acha feio o que não é espelho -. Até porque temos bons equipamentos em nosso mercado. O que deve ser observado antes mesmo de determinar qual é o melhor aparelho é a necessidade e o contexto que deverá ser atendido.

Costumo dizer aos radiologistas com quem converso que não existe aparelho “ruim”, porque tudo depende da necessidade que precisa ser atendida. Não tem essa de que “esse” ou “aquele” é melhor. Espera aí… melhor pra que ? O que é que se quer resolver com a compra deste aparelho??

Sendo assim, antes de sair a procura do melhor aparelho, defina primeiro o que é melhor para você e seu mercado de atuação.

Qual será a abordagem que você irá imprimir em seu mercado (ênfase em preço ou em qualidade)?

Vale a pena investir em FOV grande? A diferença no investimento – que dependendo, pode chegar a 65 mil dólares – compensa em relação à procura no seu mercado por este tipo de imagem?

 O aparelho combinado com FOV menor não seria mais interessante por já lhe oferecer a digitalização completa da clinica com menor investimento?

Tem demanda para o consumo de tomografia em sua região ou você vai ter que preparar o mercado para isso?

Quantos tomógrafos odontológico tem em sua região? Qual o aparelho mais perto de você? Você vai apresentar algum diferencial em relação aos outros?

E o preço… será que vale a pena pegar um aparelho com qualidades técnicas inferiores por um preço menor?  Isso não vai dar margem para o concorrente investir mais alto e então levar vantagem em relação a suas imagens?

São essas algumas das perguntas que devem ser respondidas antes mesmo de procurar o melhor equipamento cone beam. Uma vez vencida esta etapa, aí sim, devemos ir para o estágio 2, procurar o equipamento que mais se ajuste às necessidades pré-definidas.

Neste estágio, duas são as linhas de informações que devem ser vistas: toda política comercial e de assistência da empresa (aqui entra todo o historico de atuação da empresa e o porte que ela tem para lhe oferecer melhor atendimento)  e as características fisicas e técnicas do aparelho (em relação a imagem, parte eletrônica, software e integração com outras ferramentas que provavelmente farão parte do seu arranjo de recursos da clinica).

Bem, mas esse é um assunto para um próximo post. Vou criar um novo post definindo melhor essas características técnicas que deverão ser observadas.

 Abraço para todos e até a próxima pessoal!

Jirres Edmundo
(11) 4063-2778 | (16) 99617.3597
edmundo@radiologiaeinovacao.com.br
http://www.facebook.com/jirresedmundo

Esta é a pergunta que não quer calar: Qual Cone Beam devo comprar?

Admirável mundo novo

Estive pensando esses dias em como os novos hábitos de uso da informática penetraram em todos espaços da vida humana. No segmento odontológico não foi muito diferente. Os profissionais desta área foram aos poucos incorporando novos recursos e ferramentas que pudessem otimizar suas atividades do dia-a-dia. Dentre todos, se destaca o profissional de radiologia, que, por estar mais próximo de ferramentas tecnológicas, buscou intensamente aperfeiçoar suas técnicas e instrumentos para um melhor diagnóstico.

Presenciamos, em um curto espaço de tempo, uma rápida evolução nas tecnologias disponíveis. Se pensarmos que em pouco mais de 20 anos estava surgindo o primeiro sensor digital direto intraoral (Radiovisiography – que era da francesa Trophy), em 1995 a Signet (Francesa também) apresentava o Dxis -1° sistema digital para equipar os extraorais-, e que os primeiros passos da tomografia foram dados há somente 39 anos por Godfrey N. Hounsfield, é de se espantar o estágio evolutivo que temos nas técnicas e recursos de hoje.

As mudanças têm sido tão rápidas, que há da parte de muitos radiologistas um certo desconforto, pois a quantidade de conhecimento gerado e a constante rotina de mudanças exigem muito do profissional. Em certos momentos o radiologista fica “flutuando” em meio a tantas informações.

Se pararmos para analisar, o repertório de um profissional que se forma hoje em dia é bem diferente e mais amplo (pelo menos deveria) daqueles que se formaram há 15, 20 anos atrás. Em algumas conversas com radiologistas mais experientes, escutei deles que tiveram que aprender, muita coisa nova para continuarem sendo competitivos.

Foi inserida uma nova linguagem, uma nova mentalidade no ofício do diagnóstico. Essa introduz o computador e todos seus modernos termos e conceitos, que, numa primeira impressão, parece um pouco chato e difícil. Mas à medida que vamos entrando neste novo espaço, vamos tomando gosto e percebemos o quanto isso tem cooperado na evolução deste segmento da saúde.

Os novos aparatos tecnológicos, os softwares, as novas técnicas, agregam valor ao diagnóstico, propiciam uma nova experiência ao profissional no momento de sua atuação.

A esfera digital anuncia um novo mundo para os radiologistas, uma enorme oportunidade de interação, de troca de informações, de uma forma nunca vista antes. Agora o radiologista consegue se comunicar com os outros profissionais, troçar idéias, compartilhar dados e discutir casos. Não que antes não pudesse, mas veja, agora está tudo a um clique do mouse. Isso é fantástico!

Novas soluções em recursos digitais, os novos sistemas como o da Radio Memory, o uso da Internet e suas ferramentas, tudo isso aponta para uma nova realidade, desmonta as barreiras físicas (do papel, da película, etc), quebra aquele velho paradigma do elemento único e original, como era a radiografia analógica; hoje, você pode, com uma imagem digital, ter várias cópias, conforme sua comodidade. Enviar para diversas pessoas que você imaginar ser importante, disponibilizar essas imagens no seu computador, no laptop, no seu servidor de Internet, através de sistema próprio… enfim, os recursos e possibilidades se tornaram infinitos.

Cada vez mais as evoluções radiológicas têm desenvolvido o conceito de paciente virtual, ferramentas que são projetadas para oferecer ao dentista o máximo de informação, remontam todos os detalhes anatômicos, potencializam a observação dos casos e permitem produzir um eficaz plano de tratamento virtual.

Este é o novo mundo que se apresenta na radiologia. Muito mais dinâmico, interativo, preciso e infinito em possibilidades.

Abraço pessoal e até a próxima…
Jirres Edmundo
(11) 4063-2778 | (16) 99617.3597
edmundo@radiologiaeinovacao.com.br
http://www.facebook.com/jirresedmundo

Admirável mundo novo

Novo aplicativo de Anatomia em CBCT para iPhone

Esses dias, mexendo um pouco na Internet, acabei descobrindo um sistema para Cone Beam que roda em iPhone ou iPhode Touch. O nome do aplicativo é iCBCT Anatomy e  permite a visualização de estruturas anatômicas representadas em cortes de diferentes perspectivas (axial, coronal, e sagital).

Os cortes são marcados com legenda em uma metade da imagem e cores são aplicadas para diferenciar cada estrutura anatômica na outra metade da imagem, sendo similar a um atlas de Anatomia. É uma ferramenta interessante para educação e comunicação com o paciente.

O sistema já está disponível na loja do iTunes. Quem tiver IPhone e se  interessar, basta acessar este link.

Até a próxima,
Ed
http://www.facebook.com/jirresedmundo
msn: jirres@gmail.com
(16) 9777-8484

Novo aplicativo de Anatomia em CBCT para iPhone

MODERNOS MÉTODOS DE RADIOLOGIA E IMAGINOLOGIA PARA USO ORTODÔNTICO

O Texto apresenta as tendências e possíveis aplicações na ortodôntia dos novos recursos da radiologia digital. Apresenta o elemento 3D como fator preponderante para a mudança da experiência diagnósticas do radiologista.
Autores:
Prof. Dr. Flávio Augusto Cotrim-Ferreira
Colaboração na matéria:
Cesar Angelo Lascala
Claudio Costa
Daniela G. Garib
Israel Chilvarquer
Marcelo de Gusmão Paraíso Cavalcanti
Rívea Inês Ferreira

Coordenação de conteúdo:Prof. Dr. Flávio Augusto Cotrim-FerreiraColaboração na matéria:Cesar Angelo LascalaClaudio CostaDaniela G. GaribIsrael ChilvarquerMarcelo de Gusmão Paraíso CavalcantiRívea Inês Ferreira

Leia aqui o texto>

Ed
http://www.facebook.com/jirresedmundo
msn: jirres@gmail.com
(16) 9777-8484

MODERNOS MÉTODOS DE RADIOLOGIA E IMAGINOLOGIA PARA USO ORTODÔNTICO

Abrindo o mercado de tomografia em sua região

Com a entrada de novas marcas de equipamentos panorâmico e tomográficos no segmento de radiologia odontológica, houve uma abertura do leque de opções, conseqüentemente, uma considerável queda nos preços destes aparelhos, tornando cada vez mais acessível esta nova geração de tecnologia.

O conceito de equipamentos combinado – ou seja, que executam no mesmo aparelho os exames de radiografia panorâmica, telerradiografia e a tomografia pelo modelo de escaneamento cone-beam – caiu no gosto dos radiologistas.

Por  apresentar um custo-beneficio bem mais atraente do que o tradicional arranjo – aparelho panorâmico digital e tomógrafo dedicado-,  este conceito já conquistou o mercado e vem gradativamente fazendo parte da composição das diversas clinicas no Brasil.

Todavia, o que é importante ressaltar é que: somente o investimento nestas novas tecnologias não é, de forma alguma, certeza do sucesso.  Se bem planejado e com uma estratégia de mkt forte por trás, tornar-se-á o fundamento para uma nova era de sucesso e modernização do mercado de atuação.

O que acontece, muitas vezes, é que o radiologista faz o investimento no aparelho e depois tenta “enfiar goela abaixo” dos dentistas/consumidores os novos serviços. Esse erro é bem comum, e por vezes tem feito muito radiologista/empresário frustrado com o novo investimento.

Para todo e qualquer área de atuação, quando você tem um produto novo, ou serviço novo, é necessário criar mercado para esse produto. Criar mercado em nosso segmento é sair a campo vendendo a idéia, antes de tentar vender o serviço/produto,

Até mesmo muitos radiologistas não estão acostumados ao uso das novas ferramentas digitais, muitos ainda estão buscando conhecimento sobre o uso da imagens 3D e suas novas técnicas; imagine então o dentista que está mais distante disso.

Sendo assim, é fundamental esta clinica que investiu em uma nova tecnologia, entender que tão ou mais importante do que a nova aquisição é torna o dentista informado e apto a consumir este novo serviço da clinica. Quanto melhor preparado e instruído ele estiver para usar estes recursos, mais apto e desejoso estará para consumí-lo.

Na prática: reúna os dentistas e faça algumas palestras, mostre as vantagens no uso destes novos recursos. Não crie resistência, ofereça alguns exames sem custo. Visite os principais dentistas, gaste tempo ensinando-os a trabalhar com estas novidades. Isso com certeza irá motivá-los a consumir o novo serviço. Você cria demanda e um novo patamar de satisfação.

Até a próxima,
Jirres Edmundo
(11) 4063-2778 | (16) 99617.3597
edmundo@radiologiaeinovacao.com.br
http://www.facebook.com/jirresedmundo


Curta minha página: http://www.facebook.com/pages/Radiologia-e-Inova%C3%A7%C3%A3o/137796482940926 

Abrindo o mercado de tomografia em sua região