Curso de Atualização em Tomografia Computadorizada

Curso de Atualização em Tomografia Computadorizada para cirurgiões-dentistas

Curso teórico-prático com objetivo de capacitar acadêmicos e cirurgiões dentistas a indicar, interpretar e laudar exames em Tomografia Computadorizada; realizado na Odontoclínica Central do Exército.

Conteúdo programático:

Física da Radiação, histórico e princípios de aquisição de imagens em TC.

Conceitos e indicações clínicas em TC Fan Beam e Cone Beam.

Protocolos utilizados na aquisição e pós-processamento de exames em TC.

Apresentação de equipamentos de TCFC e softwares.

Anatomia Radiográfica em TC.

Aplicação da TC nas especialidades odontológicas: Implantodontia.

Planejamento de cirurgia virtualmente orientada.

Aplicação da TC nas especialidades odontológicas: Periodontia e Endodontia.

Aplicação da TC nas especialidades odontológicas: Ortodontia e Cirurgia.

Patologia em TC.

Aplicação da TC nas especialidades odontológicas: Disfunções Têmporo-

mandibulares.

Reconstruções em terceira dimensão (imagens em 3D) e Prototipagem

biomédica.

Interpretação e treinamento na elaboração de laudos de Tomografia

Computadorizada.

Aula prática no Tomográfo Computadorizado por Feixe Cônico i-CAT®.

Estágio supervisionado no TCFC i-CAT®.

Hands on – Laudo interativo.

O curso terá a duração de 6 meses (carga horária de 120 horas) e será ministrado em duas aulas mensais, nas seguintes datas:

18 e 25 de março/2011

08 e 15 de abril/2011

06 e 20 de maio/2011

03 e 10 de junho/2011

08 e 15 de julho/2011

05 e 12 de agosto/2011

Serão disponibilizadas 20 vagas (número mínimo de 12 alunos para o início).

Investimento = R$650,00/mês

Somente os militares da OCEx terão desconto de 15% = R$552,00/mês.

Professores:

Felipe Costa

Especialista em Endodontia (OCEx)

Especialista em Radiologia Odontológica (UNIGRANRIO)

Doutorando em Ciências Odontológicas (FO USP)

Cel: (21) 7891-6342

email: ffcost@gmail.com

Claudia Torres Coscarelli

Especialista e Mestre em Radiologia Odontológica (SL Mandic)

Cel: (21) 7830-2154

email: ccoscarelli@gmail.com

Thais Coutinho

Especialista em Endodontia (Unesa)

Especialista em Estomatologia (OCEx)

 

Ed
http://www.facebook.com/jirresedmundo
msn: jirres@gmail.com
(16) 9777-8484

Informática Aplicada a Radiologia

Acabo de ler este estudo do Prof Rubens Freire Rosa. Trata-se de um belo trabalho sobre Imagens Digitais e a aplicação da informatica na radiologia .

Vale a pena ler , pois traz diversos conceituos que se tornaram comuns ao mundo da radiologia e o prof. explica com clareza cada um destes conceitos.

Acesse Aqui o Texto

Ed
http://www.facebook.com/jirresedmundo
msn: jirres@gmail.com
(16) 9777-8484

Aplicação de medidas cefalométricas em 3D-TC

Patrícia de Medeiros Loureiro Lopes*, Andréia Perrella**, Carla Ruffeil Moreira***, José Rino Neto****, Marcelo Gusmão Paraiso Cavalcanti*****

 Objetivo: o objetivo desta pesquisa foi avaliar a precisão e acurácia (validade) de medidas cefalométricas lineares em imagens reconstruídas em terceira dimensão (3D), pela técnica de volume, a partir da tomografia computadorizada (TC) multislice. Metodologia: o material da pesquisa consistiu de 10 (dez) crânios secos, previamente selecionados, sem distinção de etnia ou gênero, os quais foram submetidos à TC multislice 16 cortes com 0,5mm de espessura por 0,3mm de intervalo de reconstrução. Posteriormente, os dados obtidos foram enviados para uma estação de trabalho independente, contendo o programa Vitrea®. Os pontos cefalométricos (n=13) foram localizados e as respectivas medidas ósseas lineares (n=15) foram realizadas por 2 examinadores, previamente treinados, medindo cada um duas vezes, independentemente, em 3D. As medidas físicas foram obtidas por um terceiro examinador, utilizando um paquímetro digital. A análise dos dados foi realizada mediante um estudo comparativo entre as medidas inter e intra-examinadores, em 3D-TC, e entre estas e as medidas físicas obtidas diretamente nos crânios, utilizando ANOVA (análise de variância). Resultados: não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes entre os valores das medidas inter e intra-examinadores, nem entre as medidas físicas e em 3D, com p>0,6 para todas as medidas. O erro percentual foi de 2,05% para as medidas interexaminadores e de 2,11% para as medidas intra-examinadores. A média do erro percentual entre as medidas físicas e em 3D variou de 0,96% a 1,47%. Conclusão: todas as medidas cefalométricas lineares foram consideradas precisas e acuradas utilizando a técnica de volume em 3D por meio da TC multislice.

Clique aqui e veja o artugo completo.

Boa leitura e até a próxima,
Ed
http://www.facebook.com/jirresedmundo
msn: jirres@gmail.com
(16) 9777-8484

Certificação DIGITAL na Odontologia

Não é de hoje que os profissionais de odontlogia têm o desejo de estarem livres da obrigação  de manter o registro em suporte físico dos dados clínicos dos pacientes. Conforme recomendação do Conselho Federal de Odontologia, que estabelece, pelo menos, 20 anos de armazenamento das informações em consultório.

Com o surgimento dos recursos digitais, cada vez mais os dentistas têm buscado nestas ferramentas a solução para abster-se de manter um espaço  físico tão grande para armazenamento das documentações.

O que ocorre é que grande parte destes profissionais se esquecem ou negligenciam o fator segurança neste processo.  O cuidado e segurança que já existe nas transações de informação no modelo tradicional (papel, físico), devem ser transportadas ao modelo digital. A assinatura feita de próprio punho garante ao documento a legitibilidade e autenticidade; agora, com estes mesmos documentos no padrão digital, é ainda mais necessário conferir a eles tais características.

Atualmente existe um grande numero de dentistas que trabalham com fotografias, exames e outros elementos de informação clínica somente no meio digital, mas poucos usam a certificação digital. A maioria até desconhece o que é um certificado digital e sua utilidade.

Quero apresentar alguns textos e links que acho interessante. Tenho certeza que eles irão esclarecer muitas dúvidas e promover uma maior adesão desta ferramenta entre os dentistas.

Links:

1) Por dentro da certificação

2) O que é certificação Digital

3) O que o CD precisa saber sobre Certificação Digital

4) Livro identidade Digital

5) Primeira leitura sobre Certificação Digital

Em um próximo post vou falar um pouco sobre o TISS.

Abraço
Ed
http://www.facebook.com/jirresedmundo
msn: jirres@gmail.com
(16) 9777-8484

Diferença básica entre imagens 2D e imagem volumétrica 3D

No padrão 2D as imagens ficam sobrepostas, dificultando a percepção dos detalhes e impossibilitando o reconhecimento da estrutura real do Paciente. Em imagens 2D exige-se do profissional a habilidade de imaginar a anatomia real do paciente. Com as imagens 3D no entanto, é como a remoção de um painel especial (fatia) para examiná-lo de forma clara e precisa. Navega-se na imagem de forma livre podendo obter informações isoladas, sem a interferência de outras. E ainda quando compostas em conjunto é possível a total compreensão tridimensional do objeto.

Ed
http://www.facebook.com/jirresedmundo
msn: jirres@gmail.com
(16) 9777-8484

Esta é a pergunta que não quer calar: Qual Cone Beam devo comprar?

Comporativo Aparelhos Tomográficos

Vivemos atualmente na radiologia odontológica o período da transição do analógico para o digital. Este é o momento em que diversas clinicas radiológicas estão se digitalizando e, sobretudo, partindo para um conceito mais avançado de diagnóstico – o padrão 3D -.

Há aproximadamente cinco anos podíamos decorar sem grandes dificuldades a lista das clinicas no Brasil que tinham o tão falado cone beam. E de lá pra cá este modelo de tomógrafo vem ganhando muito espaço nas clinicas. Lembro-me agora de um momento impar na história da radiologia brasileira: o congresso de Fortaleza – CE (2007). Só se falava de cone beam; neste evento iniciou-se uma enorme procura por este tipo de aparelho. Depois daquele congresso, com freqüência ouvia a noticia de que mais uma clinica havia aderido a este padrão de imagem.

É… não adianta, o conceito tridimensional já é uma realidade. Tenho certeza que em alguns anos, grande parte das clínicas estarão usando este recurso, isso porque a própria movimentação de mercado conduzirá a isso.

Para se ter uma idéia, antes não se falava neste tipo de investimento em cidades com menos de 500 mil habitantes. Agora, já temos municípios com 130, 120 ou até menos habitantes com esta tecnologia. (não que isso seja o principal determinante no processo de decisão de investimento em uma clínica, existem muitas outras variáveis)

Em nosso segmento, pela minha observação, percebo que dois fatores são predominantes na  decisão de investimento do radiologista: o primeiro e mais forte é pela questão de mercado mesmo, uma vez que este tipo de investimento geralmente provoca uma movimentação junto aos dentistas da região de atuação, atraindo uma nova demanda e proporcionando uma nova percepção da clinica que fez o novo investimento. E o segundo motivo, é pelo desejo deste profissional (radiologista) em buscar novas experiências de diagnóstico, estar por dentro das novidades que existem em sua profissão e não ficar desatualizado.

Mas quando chega a hora de procurar pela melhor opção de aparelho, geralmente pinta a dúvida. Acontece que a maioria dos profissionais em radiologia que compram este tipo de aparelho são aqueles que já têm clinica radiológica convencional e que contam com uma grande bagagem de conhecimento analógico, mas geralmente não têm tanta informação para saber ao certo quais são as características que devem ser analisadas ao investir nestes novo tipo de tecnologia.

É sempre interessante fazer a “Via Crúcis” - que é chata, mas muito  importante – de consultar todos os fornecedores, bater um papo com pelo menos 3 clientes de cada marca, pegar as características de cada aparelho e comparar com os demais.

Sempre desconfie do vendedor narcisista, que, como dizia Caetano – acha feio o que não é espelho -. Até porque temos bons equipamentos em nosso mercado. O que deve ser observado antes mesmo de determinar qual é o melhor aparelho é a necessidade e o contexto que deverá ser atendido.

Costumo dizer aos radiologistas com quem converso que não existe aparelho “ruim”, porque tudo depende da necessidade que precisa ser atendida. Não tem essa de que “esse” ou “aquele” é melhor. Espera aí… melhor pra que ? O que é que se quer resolver com a compra deste aparelho??

Sendo assim, antes de sair a procura do melhor aparelho, defina primeiro o que é melhor para você e seu mercado de atuação.

Qual será a abordagem que você irá imprimir em seu mercado (ênfase em preço ou em qualidade)?

Vale a pena investir em FOV grande? A diferença no investimento – que dependendo, pode chegar a 65 mil dólares – compensa em relação à procura no seu mercado por este tipo de imagem?

 O aparelho combinado com FOV menor não seria mais interessante por já lhe oferecer a digitalização completa da clinica com menor investimento?

Tem demanda para o consumo de tomografia em sua região ou você vai ter que preparar o mercado para isso?

Quantos tomógrafos odontológico tem em sua região? Qual o aparelho mais perto de você? Você vai apresentar algum diferencial em relação aos outros?

E o preço… será que vale a pena pegar um aparelho com qualidades técnicas inferiores por um preço menor?  Isso não vai dar margem para o concorrente investir mais alto e então levar vantagem em relação a suas imagens?

São essas algumas das perguntas que devem ser respondidas antes mesmo de procurar o melhor equipamento cone beam. Uma vez vencida esta etapa, aí sim, devemos ir para o estágio 2, procurar o equipamento que mais se ajuste às necessidades pré-definidas.

Neste estágio, duas são as linhas de informações que devem ser vistas: toda política comercial e de assistência da empresa (aqui entra todo o historico de atuação da empresa e o porte que ela tem para lhe oferecer melhor atendimento)  e as características fisicas e técnicas do aparelho (em relação a imagem, parte eletrônica, software e integração com outras ferramentas que provavelmente farão parte do seu arranjo de recursos da clinica).

Bem, mas esse é um assunto para um próximo post. Vou criar um novo post definindo melhor essas características técnicas que deverão ser observadas.

 Abraço para todos e até a próxima pessoal!

Ed

http://www.facebook.com/jirresedmundo

msn: jirres@gmail.com
(16) 9777-8484

IMAGEM DIGITAL NA ODONTOLOGIA

 

 

IMAGEM DIGITAL NA ODONTOLOGIA 

 

 

Eliane Maria Kreich
Raphael Matheus Santini

Gustavo André Leal2, Paulo Alberto Abib Slusarz

 Neste trabalho, foram apresentadas características do sistema radiográfico digital por meio de um levantamento bibliográfico, verificando sua aplicabilidade em  diferentes especialidades da Odontologia, vantagens e desvantagens em relação à imagem radiográfica convencional. A radiografia digital utiliza sensores eletrônicos sensíveis aos raios X, posicionados tal qual o filme da radiografia convencional. O sensor eletrônico, conectado ao computador, gera uma imagem que será vista imediatamente no monitor. Há dois conceitos diferentes para obtenção da imagem digital direta, o CCD (Charge Coupled Device) e o PSP (Phosphor Storage Plates).

 

Verificou-se que a radiografia digital possui aplicabilidade clínica principalmente na Endodontia, Periodontia e Dentística, pois permite imagens dinâmicas, com avaliação por meio de manipulação, aumentando a qualidade diagnóstica e permitindo estudos de alterações mínimas ósseas e dentárias. Comparados com a radiografia convencional, os sistemas digitais eliminam processamento químico da película, espaço para arquivo, com imagens armazenadas na memória do computador, oferecendo menor tempo de trabalho, maior definição, melhor comunicação por vias eletrônicas, facilidade na manipulação de imagens, por exemplo, contraste e ajuste de brilho, e principalmente a grande redução na dose material de processamento, película e espaço para arquivo tornam a radiografia digital cada vez mais custo-efetiva.

Clique aqui para baixar o documento em pdf

Ed
http://www.facebook.com/jirresedmundo
msn: jirres@gmail.com
(16) 9777-8484